Fases vem e se vão com uma naturalidade necessária. Uma delas se iniciou à alguns dias, e esta, em especial, está demonstrando-me algo que é repetido, algo que já tinha visto, mas que não estava compreendendo a importância dela pra minha vida porque me recusava a aceitar a sua devida importância.
Por muito tempo, sempre quis controlar tudo que ocorriam a minha volta e na minha vida como se elas fossem meros objetos, meros brinquedos, meros fantoches, como se eu fosse o "regente" daquilo que eu acreditava ser meu, daquilo que eu acreditava que vivia em minha função.
Me custou acreditar que nem tudo é para satisfazer-me, nem tudo que me circunda é passível de meu controle para que fosse gerado algum tipo de benefício pra mim. As coisas, as pessoas, tudo existe por um motivo próprio, não por mim ou para alguém em especial, mas para si mesmo. Tentar controlar algo externo a si mesmo é um erro, além de perder tempo com coisas desnecessárias. Viver cada momento como se fosse único, como se fosse o último, talvez seja essa a solução.
Maurício L. Zink
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